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Psicóloga Clínica em Recife

Você não precisa
se encaixar num mundo
que não te entende.

Aqui existe espaço para quem você realmente é. Psicoterapia para adolescentes e adultos neurodivergentes que querem viver com mais leveza, conexão e sentido.

CRP 02/24028  ·  Presencial em Recife & Online

Rafaela de Abreu A. C. Crisóstomo, psicóloga clínica em Recife
6+
anos de prática clínica
3
especialidades em neurodivergência
2
formatos: presencial e online
Rafaela de Abreu A. C. Crisóstomo no consultório
Rafaela de Abreu A. C. Crisóstomo — CRP 02/24028

Sobre mim

Uma psicóloga que
acredita na diferença

Sou Rafaela de Abreu A. C. Crisóstomo, psicóloga clínica com mais de seis anos dedicados ao atendimento de adolescentes e adultos neurodivergentes. Escolhi essa especialidade porque acredito que o sofrimento que muitos vivem não vem de quem eles são, mas do atrito com um mundo que ainda não aprendeu a acolher a diferença.

No consultório, trabalho com escuta ativa, sem pressa e sem julgamentos. Meu objetivo não é "corrigir" ninguém. É criar um espaço onde você se sinta visto, compreendido e capaz de encontrar o seu próprio caminho com mais leveza.

Além do atendimento individual, coordeno grupos psicoeducativos para jovens, onde o aprendizado e o pertencimento caminham juntos.

Formação e atuação

Psicóloga Clínica, CRP 02/24028
Fundadora da Clínica Bio Psicologia
Especialização em Neuropsicologia
Especialização em Psicologia Sexual
Especialização em Habilidades Sociais
Especialização em DBT para Adolescentes
Formação em ACT — Terapia de Aceitação e Compromisso
Formação em DBT — Terapia Comportamental Dialética
Co-autora do livro Psicologia Online: Desafios e Possibilidades
Diretora no Instituto Xegamiga
Palestrante — Projeto Relacionamentos Musicados

Clínica

Clínica Bio Psicologia

Clínica Bio Psicologia

Estrada do Encanamento, 846, sala 506  ·  Casa Forte, Recife

Fundei a Clínica Bio Psicologia com a convicção de que cuidar da saúde mental precisa acontecer num espaço que une rigor clínico, acolhimento genuíno e uma visão integral do ser humano.

A clínica nasce do meu trabalho pessoal de mais de seis anos e está sendo construída para crescer — como um espaço de referência em psicologia para adolescentes, adultos e famílias em Recife.

Como trabalho
com você

DBT para Adolescentes ACT Neuropsicologia Psicologia Sexual Habilidades Sociais Psicoeducação Comunicação Não Violenta Mindfulness

Especialidades

Para quem eu
posso ajudar

Atendo adolescentes e adultos que vivem com TDAH, autismo nível 1 ou altas habilidades, incluindo apresentações combinadas. O foco é sempre na qualidade de vida de verdade, não só no diagnóstico.

01
Neuropsicologia

Avaliação e acompanhamento de funções cognitivas como atenção, memória e funções executivas, com foco em adolescentes e adultos neurodivergentes.

02
Psicologia Sexual

Um espaço seguro e sem julgamentos para falar sobre sexualidade, identidade, vínculos afetivos e tudo que envolve sua vida íntima e relacional.

03
Habilidades Sociais

Comunicação, limites e vínculos mais autênticos. Trabalho com THS para quem quer se relacionar de forma mais leve e genuína, sem precisar se apagar.

04
DBT para Adolescentes

A Terapia Comportamental Dialética adaptada para jovens, com ferramentas concretas para regulação emocional, tolerância ao mal-estar e relações mais saudáveis.

05
ACT — Terapia de Aceitação e Compromisso

Uma abordagem que convida você a viver de acordo com seus valores, mesmo diante da dor, da ansiedade e da incerteza do dia a dia.

06
Grupos psicoeducativos

Programas em grupo para jovens e adultos onde aprendizado e pertencimento caminham juntos em formato terapêutico estruturado.

Projetos

Além do consultório

Amar é Habilidade com as Células de Yumi
Grupo psicoeducativo

Habilidades Sociais Amorosas — Grupo Online — 4 semanas

Quatro semanas para aprender a
amar com habilidade

Um programa psicoeducativo pensado especialmente para jovens adolescentes e adultos que se sentem diferentes, incompreendidos ou sobrecarregados nas relações. Com base nas abordagens DBT e ACT, usamos a série As Células de Yumi como fio condutor para falar sobre emoções, relações e autoconhecimento de um jeito que faz sentido para essa faixa etária.

O grupo é um espaço fechado, seguro e acolhedor. Coordenado em parceria com Ana Carolina Filgueira, psicóloga com experiência em saúde comunitária e facilitação de grupos.

Adolescentes e adultos Grupo fechado DBT e ACT Presencial em Recife Co-facilitado
Quero saber mais sobre o programa
🤝

Instituto

Instituto Xegamiga

Diretora e psicóloga voluntária em um instituto criado por mulheres para acolher mulheres, oferecendo suporte jurídico, terapêutico e formações para ampliar essa rede de cuidado.

Conhecer o instituto
📖

Co-autora

Psicologia Online: Desafios e Possibilidades

Uma obra coletiva que reúne experiências práticas e reflexões sobre o exercício da psicologia no ambiente digital, da legislação ao setting terapêutico online, incluindo teleneuropsicologia.

Ver na Amazon
🎵

Palestra

Relacionamentos Musicados

Um projeto de palestras que usa a música como linguagem para falar sobre vínculos afetivos, comunicação e saúde emocional nos relacionamentos.

Conhecer o projeto

Reflexões e conteúdo

Do consultório
para você

Ver mais no Instagram
🧠

TDAH

Quando a distração não é preguiça: o que o TDAH realmente significa

Entender o TDAH além dos estereótipos é o primeiro passo para parar de lutar contra si mesmo e começar a trabalhar com o seu cérebro.

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Rafaela de Abreu A. C. CrisóstomoMaio 2025

Quando a distração não é preguiça: o que o TDAH realmente significa

Durante anos, crianças e adultos com TDAH ouviram as mesmas coisas: "você não se esforça o suficiente", "é só querer", "quando você quer, você consegue". Essas frases parecem inofensivas, mas carregam um peso enorme para quem vive com um cérebro que funciona de forma diferente.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não é falta de esforço. É uma condição neurobiológica que afeta a forma como o cérebro regula a atenção, o impulso e as emoções. Isso significa que a dificuldade de se concentrar numa tarefa chata, de organizar o tempo ou de segurar uma reação não é uma escolha. É o jeito que esse cérebro foi construído.

O que o TDAH realmente afeta

A maioria das pessoas associa o TDAH à criança agitada que não para quieta na sala de aula. Mas o transtorno tem muitas faces. Existe o TDAH predominantemente desatento, que costuma passar despercebido por anos, especialmente em meninas e mulheres. Existe o TDAH combinado, que mistura desatenção e hiperatividade. E existe o TDAH em adultos, que muitas vezes só é diagnosticado depois de uma vida inteira tentando se encaixar num mundo que não foi feito para esse ritmo.

O que esses perfis têm em comum são as dificuldades nas funções executivas: planejamento, organização, início de tarefas, controle do tempo e regulação emocional. Não é preguiça. É neurologia.

Por que o diagnóstico muda tudo

Quando alguém recebe o diagnóstico de TDAH na vida adulta, a reação mais comum não é negação. É alívio. Finalmente existe um nome para o que sempre pareceu ser um defeito de caráter. Finalmente a narrativa de "eu sou irresponsável" ou "eu sou incapaz" encontra uma outra explicação, mais precisa e mais gentil.

O diagnóstico não resolve tudo. Mas abre uma porta importante: a possibilidade de se tratar com estratégias que realmente funcionam para esse cérebro, em vez de continuar tentando forçar o que funciona para outros.

O que a psicoterapia oferece

No trabalho clínico com TDAH, não se trata de ensinar a pessoa a "se comportar melhor". O foco está em construir, junto, estratégias que respeitem o jeito que o cérebro dela funciona. Isso inclui regulação emocional, organização adaptada, autoconhecimento e, muitas vezes, ressignificar anos de autocrítica acumulada.

Viver bem com TDAH é possível. Mas começa por parar de se tratar como se tivesse algo errado com você, e começar a entender o que o seu cérebro precisa para funcionar no melhor de si.

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Habilidades Sociais

Masking: o custo emocional de fingir que você é "normal"

Muitos neurodivergentes passam anos camuflando quem são para se encaixar. Esse esforço tem um preço real, e existe outro caminho.

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Rafaela de Abreu A. C. CrisóstomoMaio 2025

Masking: o custo emocional de fingir que você é "normal"

Tem pessoas que chegam ao consultório completamente exaustas. Não de trabalho, não de falta de sono. Cansadas de si mesmas. Ou melhor: da versão de si mesmas que precisam ser para o mundo.

Isso tem um nome: masking. É o processo de camuflar comportamentos, reações e formas de ser que a pessoa percebe como "diferentes demais" para o contexto em que vive. Aprender a olhar nos olhos por tempo suficiente. Modular a voz para não parecer intensa. Esconder que já sabe o que vai ser dito e se controlar para não interromper. Fingir que entendeu uma piada. Fazer o riso certo na hora certa.

Quem faz masking?

O masking é especialmente comum em pessoas autistas, com TDAH e altas habilidades, mas não é exclusivo desses diagnósticos. Qualquer pessoa que cresceu aprendendo que seu jeito natural de ser não seria bem recebido pode desenvolver essa camada de proteção.

Em meninas e mulheres neurodivergentes, o masking costuma ser ainda mais intenso, porque há uma pressão social adicional para ser sociável, empática e "fácil de conviver". Isso ajuda a explicar por que tantas mulheres recebem diagnóstico tardio: passaram a vida inteira sendo tão boas em se camuflar que ninguém, nem elas mesmas, percebia o esforço que custava.

O preço que se paga

O masking não é de graça. Cada situação em que você gerencia sua própria expressão consome energia. Com o tempo, isso se acumula num cansaço que vai muito além do físico. Muitas pessoas com histórico de masking intenso desenvolvem ansiedade, depressão e uma relação muito difícil com a própria identidade. Porque quando você passa anos fingindo ser outra pessoa, começa a perder o fio de quem você realmente é.

Existe outro caminho

A psicoterapia não é sobre parar de se adaptar socialmente da noite para o dia. É sobre criar espaço para você se conhecer sem a máscara. Entender o que é genuíno em você, o que é estratégia funcional e o que é sofrimento disfarçado de competência social.

Quando isso acontece, algo muda. Não é que a pessoa para de se importar com o mundo social. É que ela começa a participar dele a partir de um lugar mais inteiro, mais descansado e mais honesto consigo mesma.

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Regulação Emocional

DBT na prática: ferramentas que realmente funcionam no dia a dia

A Terapia Comportamental Dialética oferece habilidades concretas para lidar com emoções intensas. Algumas você pode começar a usar hoje.

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Rafaela de Abreu A. C. CrisóstomoMaio 2025

DBT na prática: ferramentas que realmente funcionam no dia a dia

A Terapia Comportamental Dialética, mais conhecida pela sigla DBT, foi criada pela psicóloga Marsha Linehan na década de 1980 para ajudar pessoas com dificuldades intensas de regulação emocional. Desde então, suas ferramentas foram adaptadas e hoje são usadas com excelentes resultados em adolescentes, adultos, pessoas neurodivergentes e qualquer um que sinta que as emoções às vezes "passam do ponto".

A ideia central da DBT é aparentemente simples: aceitar quem você é agora, enquanto trabalha para mudar o que precisa mudar. Dialética, no nome, vem exatamente daí: a tensão entre aceitação e mudança.

As quatro áreas de habilidades

A DBT trabalha com quatro conjuntos de habilidades que se complementam:

  • Mindfulness — estar presente no momento, observar pensamentos e emoções sem julgamento e sem se deixar levar por eles automaticamente.
  • Tolerância ao mal-estar — suportar situações difíceis sem piorá-las. Não é resignação; é aprender a atravessar crises sem tomar decisões que você vai se arrepender.
  • Regulação emocional — entender suas emoções, reduzir a vulnerabilidade emocional e mudar estados emocionais que estão causando sofrimento.
  • Efetividade interpessoal — se comunicar de forma que preserve os relacionamentos e o autorrespeito ao mesmo tempo.
Uma ferramenta que você pode usar agora

Uma das habilidades mais acessíveis da DBT é o TIPP: Temperatura, Exercício Intenso, Respiração Compassada e Relaxamento Muscular Progressivo. Quando você está num pico emocional, o TIPP age diretamente no sistema nervoso para reduzir a intensidade.

O mais simples: coloque o rosto em água fria por 30 segundos. Parece banal, mas ativa o reflexo de mergulho do nervo vago e reduz a frequência cardíaca em questão de segundos. Não resolve o problema, mas cria uma janela de clareza para você decidir o que fazer a seguir.

DBT não é para "casos graves"

Uma ideia equivocada é que a DBT é só para situações extremas. Na realidade, suas ferramentas são úteis para qualquer pessoa que queira se relacionar melhor com as próprias emoções, reagir com mais consciência e construir uma vida que valha a pena viver, do jeito que a própria Marsha Linehan define como objetivo da terapia.

No consultório, trabalho com essas habilidades de forma personalizada, especialmente com adolescentes e adultos que sentem as emoções com mais intensidade do que o mundo parece tolerar. Não para amortecer quem eles são, mas para que possam viver com mais leveza e menos reatividade.

Contato

Vamos conversar
sobre você?

Dar o primeiro passo pode parecer difícil. Mas você não precisa ter certeza de nada para entrar em contato. Manda uma mensagem no WhatsApp, me conta um pouquinho do que está sentindo e a gente vê juntos se faz sentido começar.

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Endereço Estrada do Encanamento, 846, sala 506
Casa Forte — Empresarial Santa Luzia
Recife, PE
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WhatsApp (81) 98166-0717
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Instagram @rafaeladeabreu.psi
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Modalidades Presencial em Recife e online
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